A diretora do CIVE, Márcia Barbosa participa do X Congresso Internacional de Formação de Professores. O evento está sendo realizado no Centro de Convenções em Fortaleza, no período de 28 a 30 desse mês. Algumas novidades fazem parte da programação, entre elas o I Seminário de Gestão em Educação. Neste ano, educadores do Brasil, Suíça, França, Argentina, e Portugal compõem o grupo de palestrantes.
Dois renomados profissionais, o suíço Philippe Perrenoud e o português Almerindo Afonso, ministrarão palestra no congresso. Entre os demais palestrantes, destaque para Marc Giget (França), Mônica Gather Thurler (Suíça).
EDUCAR COM ELBA
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sábado, 30 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Confesse: às vezes é mais fácil deixar seu filho quietinho, hipnotizado em frente à TV, do que estimulá-lo a dar uma volta. Os pequenos, porém, podem descobrir grandes diversões em uma simples volta na área de lazer do prédio, na pracinha, no parque ou no jardim da casa do amigo. Dê uma bola na mão deles e veja o resultado.
"As crianças gostam e sempre gostaram de brincadeiras que envolvem movimento, corrida e bola. O que falta hoje é o estímulo por parte dos adultos", observa Ana Célia Osso, coordenadora do CAD -Centro de Aprendizado Desportivo do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. "Além disso, elas gostam do básico, o que nem sempre passa pela nossa cabeça", completa Ana Célia, lembrando que bola e boneca ainda são capazes de deixar qualquer criança entretida e feliz.
Passar as férias sentado no sofá não tem a menor graça. E, como nesse período as guloseimas geralmente estão mais liberadas, é bom os pais lembrarem que as calorias não serão eliminadas sem algum esforço. Portanto, além dos tradicionais (e indispensáveis) passeios de bicicleta, das caminhadas até a lojinha da esquina e das idas à piscina e à praia, uma dica para movimentar os filhotes é criar, em casa, uma caça ao tesouro. No Clube Pinheiros, as brincadeiras do Programa de Férias, preparado para a faixa etária de 5 a 10 anos, sempre envolvem alguma busca -por pistas, tesouros ou outro atrativo. É corre-corre na certa, pois as equipes, que reúnem meninos e meninas, uma vez munidas com um objetivo, não perdem tempo. "O que mais tem aqui é correria. As próprias crianças não gostam de ficar paradas", diz Ana Célia.
Leia Mais: Brincadeiras de ruas
"As crianças gostam e sempre gostaram de brincadeiras que envolvem movimento, corrida e bola. O que falta hoje é o estímulo por parte dos adultos", observa Ana Célia Osso, coordenadora do CAD -Centro de Aprendizado Desportivo do Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. "Além disso, elas gostam do básico, o que nem sempre passa pela nossa cabeça", completa Ana Célia, lembrando que bola e boneca ainda são capazes de deixar qualquer criança entretida e feliz.
Passar as férias sentado no sofá não tem a menor graça. E, como nesse período as guloseimas geralmente estão mais liberadas, é bom os pais lembrarem que as calorias não serão eliminadas sem algum esforço. Portanto, além dos tradicionais (e indispensáveis) passeios de bicicleta, das caminhadas até a lojinha da esquina e das idas à piscina e à praia, uma dica para movimentar os filhotes é criar, em casa, uma caça ao tesouro. No Clube Pinheiros, as brincadeiras do Programa de Férias, preparado para a faixa etária de 5 a 10 anos, sempre envolvem alguma busca -por pistas, tesouros ou outro atrativo. É corre-corre na certa, pois as equipes, que reúnem meninos e meninas, uma vez munidas com um objetivo, não perdem tempo. "O que mais tem aqui é correria. As próprias crianças não gostam de ficar paradas", diz Ana Célia.
Leia Mais: Brincadeiras de ruas
O que falta nas escolas
Júlio Clebsch
Nessa época em que se discute os avanços da tecnologia, as inteligências múltiplas, inúmeras novas teorias em educação, é fácil uma escola perder seus princípios, sua razão de ser. Evite que isso aconteça em sua instituição de ensino, fique de olho nesses fatores:
FOCO
Escolas deveriam ser um centro de aprendizagem. Em vez disso, espera-se agora que os professores resolvam todos os problemas da sociedade brasileira, melhorem a economia, acabem com as injustiças, funcionem como monitores de creche, transformem seus estudantes em pessoas de bom caráter e cidadãos exemplares, diminuam a desigualdade social e resolvam a questão indígena. Todos esses itens são válidos e merecem todos os cuidados, mas as escolas precisam parar de pedir que seus javascript:void(0)professores solucionem todos os novos problemas que aparecem na sociedade. Concentre-se em poucos temas de cada vez.
COLABORAÇÃO
O aprendizado ocorre melhor em um ambiente de colaboração , sem barreiras artificiais de hierarquia e burocracia. Entretanto, costuma ocorrer o contrário com a estipulação de regras quase militares para a comunicação e discussão de novas idéias. Dessa maneira, não é de se espantar que a maioria das instituições seja um deserto de idéias e iniciativas. Facilite a troca de idéia entre níveis hierárquicos e entre docentes e discentes.
MOMENTOS X PROCESSOS
Imagine colocar um termômetro na rua em um dia qualquer de julho e, de posse do resultado, dizer como foi o inverno inteiro aquele ano. O mesmo acontece em nossas escolas. Esperamos que um teste, que a resposta à dez perguntas, nos informe tudo sobre como a classe está indo, o que é preciso mudar, o que nossos estudantes não entenderam e outros fatores.
O aperfeiçoamento do ensino é contínuo e não depende de um teste ou avaliação. Tente perceber, todos os dias, o que está acontecendo em sua sala de aula.
Nessa época em que se discute os avanços da tecnologia, as inteligências múltiplas, inúmeras novas teorias em educação, é fácil uma escola perder seus princípios, sua razão de ser. Evite que isso aconteça em sua instituição de ensino, fique de olho nesses fatores:
FOCO
Escolas deveriam ser um centro de aprendizagem. Em vez disso, espera-se agora que os professores resolvam todos os problemas da sociedade brasileira, melhorem a economia, acabem com as injustiças, funcionem como monitores de creche, transformem seus estudantes em pessoas de bom caráter e cidadãos exemplares, diminuam a desigualdade social e resolvam a questão indígena. Todos esses itens são válidos e merecem todos os cuidados, mas as escolas precisam parar de pedir que seus javascript:void(0)professores solucionem todos os novos problemas que aparecem na sociedade. Concentre-se em poucos temas de cada vez.
COLABORAÇÃO
O aprendizado ocorre melhor em um ambiente de colaboração , sem barreiras artificiais de hierarquia e burocracia. Entretanto, costuma ocorrer o contrário com a estipulação de regras quase militares para a comunicação e discussão de novas idéias. Dessa maneira, não é de se espantar que a maioria das instituições seja um deserto de idéias e iniciativas. Facilite a troca de idéia entre níveis hierárquicos e entre docentes e discentes.
MOMENTOS X PROCESSOS
Imagine colocar um termômetro na rua em um dia qualquer de julho e, de posse do resultado, dizer como foi o inverno inteiro aquele ano. O mesmo acontece em nossas escolas. Esperamos que um teste, que a resposta à dez perguntas, nos informe tudo sobre como a classe está indo, o que é preciso mudar, o que nossos estudantes não entenderam e outros fatores.
O aperfeiçoamento do ensino é contínuo e não depende de um teste ou avaliação. Tente perceber, todos os dias, o que está acontecendo em sua sala de aula.
O que falta nas escolas
O que falta nas escolas
Júlio Clebsch
Júlio Clebsch
Nessa época em que se discute os avanços da tecnologia, as inteligências múltiplas, inúmeras novas teorias em educação, é fácil uma escola perder seus princípios, sua razão de ser. Evite que isso aconteça em sua instituição de ensino, fique de olho nesses fatores:
FOCO
Escolas deveriam ser um centro de aprendizagem. Em vez disso, espera-se agora que os professores resolvam todos os problemas da sociedade brasileira, melhorem a economia, acabem com as injustiças, funcionem como monitores de creche, transformem seus estudantes em pessoas de bom caráter e cidadãos exemplares, diminuam a desigualdade social e resolvam a questão indígena. Todos esses itens são válidos e merecem todos os cuidados, mas as escolas precisam parar de pedir que seus professores solucionem todos os novos problemas que aparecem na sociedade. Concentre-se em poucos temas de cada vez.
Escolas deveriam ser um centro de aprendizagem. Em vez disso, espera-se agora que os professores resolvam todos os problemas da sociedade brasileira, melhorem a economia, acabem com as injustiças, funcionem como monitores de creche, transformem seus estudantes em pessoas de bom caráter e cidadãos exemplares, diminuam a desigualdade social e resolvam a questão indígena. Todos esses itens são válidos e merecem todos os cuidados, mas as escolas precisam parar de pedir que seus professores solucionem todos os novos problemas que aparecem na sociedade. Concentre-se em poucos temas de cada vez.
COLABORAÇÃO
O aprendizado ocorre melhor em um ambiente de colaboração , sem barreiras artificiais de hierarquia e burocracia. Entretanto, costuma ocorrer o contrário com a estipulação de regras quase militares para a comunicação e discussão de novas idéias. Dessa maneira, não é de se espantar que a maioria das instituições seja um deserto de idéias e iniciativas. Facilite a troca de idéia entre níveis hierárquicos e entre docentes e discentes.
MOMENTOS X PROCESSOS/
Imagine colocar um termômetro na rua em um dia qualquer de julho e, de posse do resultado, dizer como foi o inverno inteiro aquele ano. O mesmo acontece em nossas escolas. Esperamos que um teste, que a resposta à dez perguntas, nos informe tudo sobre como a classe está indo, o que é preciso mudar, o que nossos estudantes não entenderam e outros fatores.
O aperfeiçoamento do ensino é contínuo e não depende de um teste ou avaliação. Tente perceber, todos os dias, o que está acontecendo em sua sala de aula.
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